quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Mrs. President

Se vamos ter Clooney na corrida em 2012, permitam-me sugerir alguém da mesma linha S-B-S (Stupid But Sexy) que prefiro claramente. Desde já me ofereço para vice-presidente.




Iate de Saddam foi posto à venda


Piscinas interiores e exteriores, torneiras de ouro, um heliporto e uma passagem secreta para um mini-submarino de fuga, são apenas alguns dos luxos existentes a bordo do 'Ocean Breeze'.

Seria, provavelmente, aqui que eu me esconderia..... (talvez para sempre)

Realmente....

Sugere-se ao senhor deputado que para a próxima utilize uma bandeira da União Soviética. A mensagem política será a mesma, mas dessa feita, realizada de forma legal…….


Via Blasfémias

Mr. PRESIDENT (2)

Já que falamos de possiveis presidentes palermas:

Mr. PRESIDENT



Em dia de rescaldo eleitoral, numas eleições em que eu não tinha candidato, importa recordar aquele que poderia ter feito, efectivamente, história: George Clooney!

E faria história porquê, perguntam vocês??? Porque podiamos não acordar hoje com o primeiro Afro-Americano no mais alto cargo da nação, mas acordariamos, sem qualquer dúvida, com o Presidente mais SEXY de sempre... aiii que a diplomacia americana nunca mais seria a mesma!!!!!!!!!!!!!!!!! You Betcha!!!!!



Maybe Clooney 2012... or 2016 :)

Obamania III

Rodrigo Adão da Fonseca no insurgente:
Obama tem o enorme mérito de ser o primeiro presidente da América que o mundo acolheu afectivamente como seu líder, liderança essa exaustivamente ratificada por sondagens globais que lhe dão uma expressiva “maioria absoluta”. Obama submeteu-se a um verdadeiro “sufrágio universal”. Por exemplo, em Portugal, Obama recolhe um prestígio e unanimidade que não estão ao alcance sequer de Cavaco ou Sócrates, por cá os mais populares. Sarkozy, Barroso, Brown, Merkel ou Zapatero vão ter de “comer muita fruta” para conseguir ombrear com Obama, e fugir dos seus ditames políticos; mesmo Chavez, Lula, ou Castro vão ter dificuldades em afrontar este político de palavras suaves e reconhecimento global: acreditar que Obama vai usar o seu prestígio caindo no multilateralismo é próprio de quem não percebe os mecanismos do Poder. A partir de Janeiro, o mundo vai conhecer, certamente, uma nova forma de unilateralismo, fértil em palavras simpáticas, sofisticação e glamour, transportado e legitimado pelos encantados media globais, no fundo, as grandes armas que Obama usou para se impor, pela força, a um planeta que se ajoelha perante o novo Messias. Obama não vai desiludir os seus eleitores globais; vai governá-los, como aliás os povos do mundo esperam, condicionando fatalmente os políticos que, sendo mais fracos, vão ter de ir beber da sua luz para sobreviver.

Depois de falhar pelo poder das armas, os EUA apostam no poder dos media. Os próximos tempos vão ser, como sempre foram, muito interessantes.

Obamomania II

As circunstâncias farão Obama. Mais do que as suas convicções, ideias, sonhos ou projectos. Tal como foram as circunstâncias fizeram W. Bush, e Clinton, e Bush, e Reagan, e todos antes dele... ser Presidente mais do que ter convicções inabaláveis, é saber responder, da melhor maneira, aos desafios que são colocados a cada momento. O 9/11 fez Bush, assim como o 9/15 (falência do Lehman Brothers) fará Obama, para o bem e para o mal!

Discursos

Primeiro o derrotado:


Depois o victorioso:

Obamomania


Para além da sua óbvia vitória política, Obama representa uma tremenda vitória dos Estados Unidos no plano internacional: a sua eleição deita, finalmente, por terra o preconceito europeu (sobretudo alimentado pela esquerda) relativamente aos Estados Unidos. Independentemente daquela que vier a ser a sua agenda e as suas políticas, com Obama, a América deixará de ser vista como a terra dos "cowboys" para ser a verdadeira "land of the free", em que o filho de um queniano e de uma americana do Kansas, chega a Presidente. E isto muda o paradigma das relações do mundo com a América. Ainda que, na essência, Obama seja igual aos seus antecessores.

Embora não acredite em homens providenciais nem tenha sido especialmente cativada pelo charme do Senador do Illinois, não tenho qualquer dúvida que com Obama acabam os ataques tacanhos da esquerda atabalhoada aos EUA, sempre pronta a invocar a "estupidez" de Bush (um dia, estou certa, ainda lhe reconhecerão o seu valor como Presidente), o imperialismo americano, o fantasma dos "neo-cons", as teorias da conspiração… Agora essa esquerda que mina a comunicação social e formata o pensamento europeu (politicamente correcto) tem lá o “seu” candidato e, portanto, deixou de ter pretextos para o ataque fácil. Atacar os Estados Unidos deixa, assim, de ser desporto rei porque o "palhaço" de serviço saiu de cena e entrou o "homem providencial".

Acontece, porém, que eu não tenho a mais pequena dúvida que todos aqueles que hoje exultam "os amanhãs que cantam" de Barack Obama irão ter, nos próximos meses, a maior e mais dolorosa das desilusões. O homem providencial será, afinal, igual aos demais. E será, acima de tudo, Americano, para o bom e para o mal. Mais intervencionista ou mais isolacionista, a verdade é que defenderá, sempre, o interesse Americano. No Iraque, no Afeganistão, no Paquistão ou no Irão. Mais liberal ou mais estatista, irá sempre procurar manter os EUA como (um)a grande potência económica. Mais conservador ou mais progressista, terá que equilibrar o interior rural e algo provinciano com a cosmopolita Costa Leste. E, por tudo isto, Obama será, muito possivelmente, uma agradável surpresa para todos nós que não lhe atribuímos qualidades messiânicas nem engolimos o discurso da mudança pela mudança. Porque, on duty, as Commander in Chief, Obama vai governar como qualquer outro que tivesse sido eleito para o cargo. Como diz, e bem, o Tiago (lá mais em baixo), Obama será, "na economia, mais liberal do que se pensa. Socialmente, menos estatista do que parece prometer. Nos costumes, mais conservador do que se julga. Na política externa, menos pacifista do que se espera".

E, no final de contas, o que irá, efectivamente, mudar? Talvez a decoração da Casa Branca, se Michelle não gostar da "herança" de Laura!

Virar a casaca

Já não sou do CDS: encontrei um partido a sério. Outros partidos porreiros aqui.

O Candidato Pop


O novo presidente dos USA é o exemplo máximo da cultura pop.

Parabéns

Andy Warhol deve estar as voltas na tumba porque perdeu este novo ícone, que a par dos outros era mau no que fazia.

Este É um post pró-Obama!!

Congratulations Mr. PRESIDENT!

Como será um Obama presidente? (3)

Para uma boa parte do mundo, com a velha Europa e a América do Sul neo-bolivariana à cabeça, representará um bom motivo para fazer as pazes com os EUA, sem ganhar grande coisa com isso.

Para a sociedade americana, Obama significa uma real possibilidade para ajudar a esbater divisões que, historicamente, vêm fracturando a sociedade americana em termos étnicos, culturais, religiosos…

Como será um Obama presidente? (2)

Para a esquerda portuguesa, que o venerou durante a campanha, será progressivamente uma desilusão, um mentiroso, mais do mesmo, (outro) presidente americano ignorante, culminando com o rótulo de liberal (para os mais arrojados com o prefixo neo, o preferido pela esquerda para desqualificar alguém).

Como será um Obama presidente?

Na economia, mais liberal do que se pensa. Socialmente, menos estatista do que parece prometer. Nos costumes, mais conservador do que se julga. Na política externa, menos pacifista do que se espera.