Caros leitores, no dia 29 de Fevereiro de 2008, nasceu este pasquim. Entre uns que se juntaram e outros que já nos deixaram (mas não morreram, odeio quando se diz "Já nos deixou" em vez de "Morreu". O André e o José Leão andam por aí, vivinhos da Silva!), este blogue foi vivendo, quem diria, dos contributos esforçados e regulares dos seus escribas. Como vamos festejar um ano de vida no próximo 29 do corrente mês - espera lá, este mês não tem 29! Quando fazemos anos afinal? Ó que grande berbicacho... Apesar de não sabermos bem se e quando ao certo este blogue festeja um ano de vida, não iremos deixar passar a ocasião para aproveitar o pretexto para um rico repasto bem regado, num sítio secreto a decidir.
Até lá, caro leitor, e como infelizmente não irá poder participar na nossa festa de anos, poderá contribuir no inquérito da barra lateral para lançar a discórdia e o mal-estar entre os colunistas desta espécie de blogue. Nomeie o seu preferido de entre os autores que aqui encontra. O inquérito está aí atè às 23:59 do dia 28.02.2009.
Bom voto!
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
domingo, 2 de março de 2008
O Novo Século
Convidada pelo Rodrigo a participar num blog que ele me apresentou como «político» e como tendo o desejo de dar a conhecer uma nova direita, não hesitei em aceitar. Há algum tempo que me afastei da participação em blogues «sérios», concentrando-me no mercado dos mais fúteis e imediatos, mas confesso que até já tinha saudades de escrever sobre outros temas, sem sapatos, Clooneys e hotéis!
Pois bem, vamos ao «O Novo Século», blog que se estreou num dia que só se repetirá em 4 anos (felizmente, direi eu!) e que apontou para bem alto os seus objectivos: mudar as mentalidades e dar a conhecer uma direita jovem, desempoeirada, sem fantasmas e sem tabus, que acredita, acima de tudo, na Liberdade e que a quer defender, sempre, lutanto pelos direitos e garantias do indíviduo num mundo que cada vez mais pensa no colectivo, desprezando as pessoas e olhando apenas para os números.
A Direita que todos nós representamos é aquela que eu acredito que possa romper com os paradigmas do passado. Todos nós nascemos num Portugal livre e num mundo global. Todos nós éramos demasiado novos quando caiu o Muro e acabou a Guerra Fria e não conseguimos imaginar uma Europa na qual não podíamos ir, livremente, até à Hungria! Todos nós nos fizemos adultos com a Europa a entrar-nos dentro de casa e com o mundo em evolução permanente. Todos nós crescemos com liberdade de pensamento e de criação e todos nós olhamos para o mundo como uma imensa aldeia, a nossa aldeia, por onde podemos andar em liberdade. Por tudo isso, somos uma geração que não tem (e que não pode) ter medo ou preconceito em se assumir como direita. Não vivemos a sonhar com um passado longínquo e, muito sinceramente, chamarem-nos fascistas faz tão pouco sentido como dizerem que ainda acreditamos no pai Natal! É que não temos idade nem para uma coisa, nem para a outra!
Que «O Novo Século» comece, por fim, e demonstre que há direita no futuro!
Pois bem, vamos ao «O Novo Século», blog que se estreou num dia que só se repetirá em 4 anos (felizmente, direi eu!) e que apontou para bem alto os seus objectivos: mudar as mentalidades e dar a conhecer uma direita jovem, desempoeirada, sem fantasmas e sem tabus, que acredita, acima de tudo, na Liberdade e que a quer defender, sempre, lutanto pelos direitos e garantias do indíviduo num mundo que cada vez mais pensa no colectivo, desprezando as pessoas e olhando apenas para os números.
A Direita que todos nós representamos é aquela que eu acredito que possa romper com os paradigmas do passado. Todos nós nascemos num Portugal livre e num mundo global. Todos nós éramos demasiado novos quando caiu o Muro e acabou a Guerra Fria e não conseguimos imaginar uma Europa na qual não podíamos ir, livremente, até à Hungria! Todos nós nos fizemos adultos com a Europa a entrar-nos dentro de casa e com o mundo em evolução permanente. Todos nós crescemos com liberdade de pensamento e de criação e todos nós olhamos para o mundo como uma imensa aldeia, a nossa aldeia, por onde podemos andar em liberdade. Por tudo isso, somos uma geração que não tem (e que não pode) ter medo ou preconceito em se assumir como direita. Não vivemos a sonhar com um passado longínquo e, muito sinceramente, chamarem-nos fascistas faz tão pouco sentido como dizerem que ainda acreditamos no pai Natal! É que não temos idade nem para uma coisa, nem para a outra!
Que «O Novo Século» comece, por fim, e demonstre que há direita no futuro!
Caderno
O Novo Século
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
O Novo Século
Em 1978 desapareceu um jornal mítico do panorama da imprensa portuguesa. O Século havia sido fundado em 1880. Vivera o ultimato inglês, o regicídio, as duas guerras mundiais, o Estado Novo e a guerra fria. Foi nacionalizado a seguir ao 25 de Abril e morreu - sem fazer um século. O óbito é directamente relacionado com a revolução e declarado por Maria José Matos Morgado, na altura chefe de gabinete no ministério das finanças e hoje com idênticas funções no gabinete de Maria de Lurdes Rodrigues. Foi portanto o estado que mandou fechar O Século (Ainda se voltou a publicar em 1986 para fechar em definitivo em 1993).
Com a revolução no entanto não morreu só O Século. Morreu também uma direita empoeirada e totalitária, para dar espaço a uma nova direita. Uma direita que nunca vingou em Portugal, o que poderá atribuído a vários factores. Será da Constituição socialista que nos governa? Dos medos que o Estado Novo deixou? Dum discurso desactualizado? Será um diagnóstico difícil, mas aqui afirmamos: a nova direita está aqui. Entre Conservadores e Liberais, Republicanos e Monárquicos encontraremos o denominador comum para a discutir o futuro. O socialismo é o inimigo declarado.
Do século XX, retemos as guerras e os totalitarismos.
O Novo Século será diferente e começa hoje.
Com a revolução no entanto não morreu só O Século. Morreu também uma direita empoeirada e totalitária, para dar espaço a uma nova direita. Uma direita que nunca vingou em Portugal, o que poderá atribuído a vários factores. Será da Constituição socialista que nos governa? Dos medos que o Estado Novo deixou? Dum discurso desactualizado? Será um diagnóstico difícil, mas aqui afirmamos: a nova direita está aqui. Entre Conservadores e Liberais, Republicanos e Monárquicos encontraremos o denominador comum para a discutir o futuro. O socialismo é o inimigo declarado.
Do século XX, retemos as guerras e os totalitarismos.
O Novo Século será diferente e começa hoje.
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